Hello world!
Friday, May 16th, 2008Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!
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Harvey BIRDMAN - Attorney at Law
HAUEHAUEHAUEHAUEHAUEHAUEHUAHEUAHEUAHEUAHEUAHUEAHEUAHUEA
HEUAHEUAHEUAHEUAHEUHAUEHAUEHAEUAHEUA³
AH SIM, Mentok vs Shado
AHUEHAUEHAUEHAUEHAUHEUAHEUAHEUAHE³
Depois de duas publicações (alguém tem uma tradução melhor pra “post”?), este é como eu gostaria de ter começado o blog. Acabei não fazendo-o na ocasião seja por não ter lembrado na hora, por ter surgido uma outra oportunidade (notícias sobre sagüis raramente devem ser desperdiçadas) ou por não querer começar com algo legal pra não criar expectativas - mesmo que até agora os únicos que saibam do blog sejam o Ângelo e eu.
Adoro essa música do Lynyrd Skynyrd, “All I Can Do Is Write About It”. Pode ser entendida como um desbafo da juventude cultura sulista e rural norte americana, ou como qualquer outra coisa que se queira - afinal, o que cada um entende do que ouve compete a si mesmo. Há quem ouça Beatles e chore, dançe ou mate pessoas.
Mas desde a primeira vez que a ouvi, não pude deixar de assimilá-la com posturas humanistas, ambientalistas e “outras-coisistas” que a sociedade em que vivemos insiste em nos desencorajar a adotar… afinal, a música critica justamente o ritmo frenético das nossas metrópoles (ou da vida moderna) e nossa alienação à natureza ao nosso redor. Ainda sinto um friozinho na espinha quando ouço Ronnie Van Zant cantar “Did you ever stop to think about, well, the air your breathin”…
All I Can Do Is Write About It
(Allen Collins & Ronnie Van Zant)Well this life that Ive lead has took me everywhere
There aint no place I aint never gone
But its kind of like the saying that you heard so many times
Well there just aint no plae like home
Did you ever see a she-gator protect her young
Or a fish in a river swimming free
Did you ever see the beauty of the hills of carolina
Or the sweetness of the grass in tennessee
And lord I cant make any changes
All I can do is write em in a song
I can see the concrete slowly creepin
Lord take me and mine before that comesDo you like to see a mountain stream a-flowin
Do you like to see a youngun with his dog
Did you ever stop to think about, well, the air your breathin
Well you better listen to my song
And lord I cant make any changes
All I can do is write em in a song
I can see the concrete slowly creepin
Lord take me and mine before that comesIm not tryin to put down no big cities
But the things they write about us is just a bore
Well you can take a boy out of ol dixieland
But youll never take ol dixie from a boy
And lord I cant make any changes
All I can do is write em in a song
I can see the concrete slowly creepin
Lord take me and mine before that comes
cause I can see the concrete slowly creepin
Lord take me and mine before that comes(Letra extraída da Lyrics Freak)
Adoro essa música, mas quando penso nela e no interesse que tenho em estudar (e trabalhar com) Ecologia, gosto de entendê-la de uma forma um pouco distinta e talvez mais pró-ativa. Não concordo com “I can’t make any changes”, mas mudaria pra “can’t make many changes”. Creio que não podemos “mudar o mundo”, porque isso envolve o mundo de muitas pessoas… entendo que conseguimos mudar apenas o nosso mundo. E na melhor das hipóteses, fazendo isso, estaremos inspirando outras pessoas a fazerem o mesmo. Quando muitas pessoas decidirem mudar seus mundos, então esse tal de “todo o mundo” seria mudado - não através da vontade de um ou poucos indivíduos com muito poder, mas através da vontade legítima de muitas pessoas inspiradas por sentimentos ou visões de mundo similares. Gandhi já nos disse para sermos a diferença que gostaríamos de ver no mundo…
Gosto do jeito que a música trata o que cada um pode fazer. Lynyrd Skynyrd era uma banda, o que eles faziam era arte, escreviam músicas. Seria legal cada um pensar no que pode fazer pra mudar seu próprio mundo. Podemos escrever sobre isso (até mesmo num blog, vejam só que coisa…), ou viver issod e inúmeras outras formas. Sempre soube que a Ecologia e o ambientalismo envolviam a criatividade, mas agora o porquê disso parece ficar mais evidente. Ninguém vai nos dizer o que fazer pra mudar nosso mundo - assim como ninguém vai mudá-lo por nós. Cabe a cada um que se interesse refletir, estudar e encontrar uma maneira sua de mudar o mundo - mesmo que seja fortemente inspirada pela atitude de outras pessoas.
Sim, escrevi esse texto ouvindo a música repetidas vezes. ![]()
Nunca me interessei pela política nem simpatizei com qualquer um dos meliant… digo, políticos.
Minha opinião sobre políticos e pessoas envolvidas com governos é que todos são, no mínimo, cúmplices das falcatruas e corrupção até que se prove o contrário. Naturalmente, a prova do contrário depende da minha pré-disposição a aceitar os argumentos, o que com freqüência leva a um ciclo vicioso, admito.
Talvez por essa aversão à política e por não saber ou mesmo se importar com o que anda acontecendo nas “salas de guerra“, a atitude da nossa ex-ministra do meio ambiente despertou minha atenção.
Li por cima os motivos (os abertos ao público, pelo menos) que levaram-na a se demitir. Interpretei como louváveis e como uma escolha por não se prostituir fazendo o jogo do governo e de suas duas fábulas: a Galinha (precoce) dos Ovos de Aço e João e o Pé de Cana.
Também não sou muito ligado em história brasileira, mas pelo que me lembre, da última vez que tentamos avançar “50 anos em 5″, fizemos um monte de besteiras… e não acho que aprendemos muita coisa com aquilo. Ou, se aprendemos, esquecemos durante o exílio ou a aposentadoria…
De qualquer forma, sou totalmente partidário da atitude “Se não podes convencê-los, mande-os à m….”!
Sempre hesito em começar alguma coisa - talvez pelo mito da “primeira impressão é a que fica” e tudo mais. Por outro lado é bom não procurar fazer algo muito pretensioso pra não elevar as expectativas… mas não é que às vezes tudo se encaixa? Vejam a notícia veiculada recentemente por aí:
Sagüis assustam alunos de colégio de bairro nobre em Santo Amaro
Taí uma imperdível oportunidade para os alunos estudarem as conseqüências da urbanização irresponsável e a dissociação de nossa sociedade com os ecossistemas dos quais faz parte.
Quero ver se o poder público continuará fazendo pouco caso quando os sagüis - em sua maioria intelectuais reacionários que insistem em ainda usar a trema - se sindicalizarem ou articularem um levante armado.
Espero que a criançada não venha com a idéia de dar lanche pros macacos também…
Gears of War 2
/me’s thirst, blood thirst
(e nem joguei o primeiro por falta de máquina =\ )
Novo trailer do The Dark Knight!
Julho nunca pareceu tão distante =[
Quarta-feira, véspera de feriado, pré-estreia do filme Ironman… boicotei uma aula da facul e fui ao shopping tentar pegar uma sessão, e acabou dando certo.
Não conhecia nada do herói e fui o primeiro da fila, o primeiro a entrar na sala. Até parecia que eu era fanboy diehard e sabia da história de tras pra [...]